ALA do Tanquã
SP

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primeiros registros fotográficos

pintassilgo
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maracanã-pequena
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primeiros registros sonoros

gavião-carijó
Amanda França
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Fernando Pacheco
maçarico-de-colete
Laerte Cardim
ferreirinho-relógio
João B Santos
picapauzinho-barrado
João B Santos
Áreas de Observação

Área de Levantamento da Avifauna do Tanquã

O Tanquã configura-se na parte superior do lago formado pelo rio Piracicaba em função da construção da barragem de Barra Bonita.

É conhecido como “Pantanal Piracicabano” por apresentar semelhanças com o Pantanal Mato-grossense. Uma paisagem singular onde se pode observar espécies como o tuiuiú, ariranha, andorinha, garça, jaburu, tucano, papagaio, arara, paturi, marreco, ferrão, além de jacaré e capivara. O bairro do Tanquã localiza-se na bacia do Rio Piracicaba, que por sua vez, se insere na bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A vegetação local natural remanescente é constituída por pequenos capões de mata natural e capoeira (IPT, 1989). Seu entorno é caracterizado pelo predomínio do cultivo de cana-de-açúcar, eucalipto laranja e áreas de pastagem (PETESSE, 2006).

O referido bairro foi constituído no início da década de 1960 como uma ocupação informal de pescadores nas novas margens do rio Piracicaba sob concessão da antiga CESP (Companhia Energética de São Paulo).

É alcançado, por via terrestre, através da estrada SP 147, que liga Piracicaba ao município de Anhembi, à altura do km 55,50. Caracterizado como sendo um bairro rural, a comunidade do Tanquã é pertencente ao município de Piracicaba, embora a maioria de seus moradores mantenha vínculos com o município de Anhembi e no distrito de Ibitiruna (Piracicaba). Da entrada da estrada SP – 147 até o referido bairro, são 5,5 km de via não pavimentada (chão batido).

História

A Usina Hidrelétrica de Barra Bonita foi implantada no início da década de 1960, no bojo de uma perspectiva de crescimento urbano-industrial interiorano, contribuindo para maiores possibilidades de modernização dos municípios na área de influência do reservatório o que contribuiu para que a população total da região passasse de 200 mil habitantes, em 1950, para 500 mil habitantes em 1990.

A intensificação do processo de sedimentação favorecido pela implantação da barragem de Barra Bonita na década de 1960, possibilitou ao Tanquã um ambiente altamente dinâmico. Assim sendo, é importante a compreensão da dinâmica da área do Tanquã atual como um assimilador de nutrientes que propicia o florescimento de algas, de cianobactérias, da vegetação aquática e da comunidade de organismos perifíticos. A várzea do Tanquã sofre influência das regras operacionais do reservatório de Barra Bonita.

Há inúmeros fatores ecológicos relacionados a formação de processos e sua importância para a permanência da vida aquática no Tanquã. A produção elevada de biomassa pelos produtores primários, por exemplo, se constitui a base de uma importante comunidade de consumidores de diferentes níveis tróficos.

Em razão da grande produtividade primária, registra-se nesse ambiente uma grande abundancia de espécies de vertebrados dentre eles inúmeras aves. Associada a alta produtividade está a diversidade de ambientes criados pelos ciclos de cheia e seca que criam condições não apenas para ocorrência, mas para o estabelecimento de sítios reprodutivos.

O Tanquã representa hoje o último ambiente de várzea que compõe o sistema dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). Como fonte de pesquisa para as aves, vale ressaltar que o Centro de Estudos Ornitológicos realiza o Censo Neotropical de Aves Aquáticas desde 2010 na área.

Infra-estrutura

Alojamentos, áreas de camping, opções para alimentação…

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